sexta-feira, junho 14, 2013

FEITO EM CASA?


Olá amigos do Banco Paju, saúde sustentável para vocês.
Hoje nosso assunto reflexivo vem do site Envolverde por Cam McGrath, da IPS, onde se trata do Biogás feito em casa.
Vejamos os detalhes.
O biodigestor que Hussein Farag tem no terraço de seu apartamento, no distrito de Darb el-Ahmarás, o mais pobre da capital egípcia, produz o combustível necessário para cozinhar e esquentar água todos os dias. Com os restos de comida, que de outro modo descartaria em sacos plásticos ou jogaria fora contribuindo para entupir encanamentos, Farag produz biogás. Fabricado com dois grandes tubos de plástico e quase todo o material reciclado, o dispositivo, que não emite gás contaminante, permite a ele e à sua família economizar o equivalente a US$ 3 por mês em sua conta de gás.
O biodigestor de Farag transforma em metano o lixo orgânico, que é colocado em um tanque plástico de mil litros. Os dejetos comuns de cozinha, desde sobras de comida, passando por chá velho e até pão velho, são deixados durante toda a noite em água para amolecerem e depois são colocados na sopa rica em bactérias do tanque para sua decomposição. Através de uma tubulação, o gás metano chega até a cozinha.
“Só uso lixo da cozinha, mas tudo o que é orgânico serve como matéria-prima”, explicou Farag à IPS. “O biodigestor produz cerca de duas horas de gás por dia no verão e um pouco menos no inverno”, detalhou. Todas as semanas, ele retira alguns litros de um líquido residual escuro do tanque. “Envaso o resíduo e vendo como fertilizante orgânico nas lojas de jardinagem”, contou.
Farag construiu a unidade com menos de mil libras egípcias (US$ 180) em 2008. O dispositivo quase não precisa de manutenção pois não possui partes mecânicas. “O Egito precisa de um sistema como este porque há muito mais lixo orgânico agora que não há mais porcos”, afirmou. Ele se referia à decisão do governo, de abril de 2009, de sacrificar estes animais em razão da pandemia de gripe suína.
Os porcos eram um elemento fundamental do sistema tradicional de gestão de resíduos do Cairo, já que consumiam quase um terço das 20 toneladas diárias geradas pelos 18 milhões de habitantes da capital egípcia. Sem eles, o volume de resíduos “úmidos cresceu, entupiu encanamentos, encheu lixões e se acumulou nas ruas. Além disso, os montes de lixo orgânico que apodrecem atraem moscas e ratos, convertendo-se em vetores de doenças.
Os fundos e o apoio inicial para que Farag construísse o biodigestor partiram da Solar Cities, uma iniciativa não governamental que desenvolve soluções de energia sustentável para famílias de baixa renda. Esta organização ajudou a construir mais de uma dezena de unidades de biogás no Cairo, bem como rudimentares aquecedores solares de água, feitos a partir de materiais reciclados, antes de ficar sem fundos.
Em Manshiyet Nasr, outro distrito de baixa renda do Cairo, o coordenador da Solar Cities, Hanna Fathy, construiu seu próprio biodigestor em 2009. Desde então viaja muito, ensinando as pessoas de menos recursos e que não estejam ligadas à rede elétrica a conseguir independência energética produzindo biogás. “A maioria das famílias gera por dia lixo suficiente para produzir gás e atender suas necessidades na cozinha”, observou.
Fathy, que agora trabalha em projetos ambientais fora do Egito, disse que os subsídios às fontes de energia tradicionais desanimam os egípcios a investirem em soluções sustentáveis. Recuperar o capital inicial de um biodigestor pode demorar dez anos, mas somente um ano se tais subsídios terminarem. “O governo não oferece incentivos às famílias para que passem para energia limpa, por isso ficam com a solução mais barata de curto prazo, que é comprar botijões”, detalhou à IPS.
Mais de 12 milhões de famílias egípcias dependem de botijões de gás butano para cozinhar, vendidos a oito libras egípcias (US$ 1,15) cada um. Estes duram cerca de duas semanas e também acarretam problemas. Apesar do enorme peso que os botijões, apesar de fortemente subsidiados, têm  na economia, a escassez de butano importado gerou longas filas nos postos de distribuição, o que gerou disputas que chegaram a deixar vítimas.
Com má manutenção, estes recipientes também tendem a explodir, provocando acidentes desastrosos, com muitos danos materiais e pessoas feridas. O eletricista Mohammad Rageb, cuja mulher ficou gravemente ferida em 2010 quando o botijão explodiu enquanto cozinhava, contou que o acidente o levou a considerar o uso de um biodigestor. A partir de um modelo que encontrou na internet, pensa construir uma unidade compacta em seu terraço. “Creio que é mais seguro e economiza o tempo” que se leva na fila, ponderou.
Há planos de cotas para comprar eletrodomésticos e aparelhos de ar-condicionado, que consomem energia, mas não há facilidades para as famílias que desejam passar para o biogás. Rageb tem de pedir emprestado todo o dinheiro necessário para comprar as peças e armar seu biodigestor. Podem passar anos até que recupere o valor investido, mas ele confia que sua economia na conta de energia aumentará na medida em que o governo reduzir os subsídios. “Sem subsídios, o custo de recarregar um botijão subirá para cem libras egípcias” (US$ 14), pontuou Rageb, destacando que, se o governo subsidiasse tecnologias limpas, em lugar da convencional, os cidadãos de baixa renda com consciência seriam os primeiros a adotar uma alternativa verde. Envolverde/IPS
Excelente ideia e queira Deus em breve se espalhe pelo mundo trazendo conforto para os que precisam.

Banco Paju
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Eudasio Alves

quarta-feira, junho 12, 2013

NÓS APOIAMOS!!


Olá amigos queridos do Banco Paju, saúde sustentável para todos.
Hoje eu quero registrar a iniciativa do Poder Municipal de Fortaleza que promoveu o cortejo e abordagens educativas marcando o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Na oportunidade aconteceram ainda mobilizações e abordagens em escolas públicas municipais, CRAS e CREAS.
O crédito é do site da Prefeitura de Fortaleza que divulga as ações  desde segunda-feira, 10 de junho andante.
Vejamos na íntegra.
Na manhã desta quarta-feira (12/6), crianças, adolescentes e seus familiares saíram pelas ruas do Bom Jardim ao som de tambores para chamar atenção da população para o enfrentamento do Trabalho Infantil. O cortejo, que também contou com palhaços, malabaristas e distribuição de material informativo, foi umas atividades realizadas pela Prefeitura de Fortaleza para marcar o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Aconteceram ainda mobilizações e abordagens em escolas públicas municipais, Centros de Saúde da Família, Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializado da Assistência Social (CREAS), por meio de entrega de materiais informativos, intervenções educativas e comunitárias e rodas de conversa.
As ações que vêm acontecendo na Cidade desde segunda-feira, 10 de junho, quando a Campanha Municipal de Enfrentamento ao Trabalho Infantil 2013 foi lançada, têm por objetivo chamar a atenção tanto das famílias, que possuem filhos, menores de 16 anos, exercendo atividades laborativas, como aquelas que empregam crianças e adolescentes nesta faixa de idade. Além desse público, a população, de modo geral, também é alvo, já que pode denunciar os casos de trabalho infantil aos órgãos públicos, por meio dos CREAS ou do Conselho Tutelar mais próximo de sua residência, do Disque 100 ou do Disque Direitos Humanos 0800 285 0880.
Para a senhora Maria Irene Santos, moradora do Parque Santa Cecília, conscientizar as famílias do problema que é o trabalho infantil é muito importante. O filho dela de 13 anos estava nesta situação antes de conhecer as ações desenvolvidas pelo CRAS do bairro. O garoto ajudava a mãe na coleta de material reciclável na rua. “Mesmo precisando, não achava certo ele ficar na rua trabalhando comigo. Mesmo estudando, tinha muitos riscos de acidente”, disse. Hoje, inserido no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), o filho de Maria Irene estuda num expediente e, no outro, participa das atividades socioeducativas, de esporte, lazer, arte e educação desenvolvidas no CRAS do Bom Jardim.
O PETI assegura para crianças e adolescentes retirados da situação de Trabalho Infantil, e por consequência para suas famílias, a transferência direta de renda, via integração com o Programa Bolsa Família; a inclusão das crianças e adolescentes no Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV); orientação e o acompanhamento das famílias por meio  dos equipamentos de assistência social do município. Além disso, o PETI promove o aprimoramento do processo de identificação das situações de trabalho precoce, nos espaços públicos, por meio do Serviço Especializado em Abordagem Social.
Campanha
Dando continuidade às ações da Campanha Municipal, desenvolvida pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal de Trabalho, Desenvolvimento Social e Combate à Fome (Setra), nesta quinta-feira (13/6), serão iniciadas as abordagens sociais em locais com maior incidência de Trabalho Infantil. Os educadores sociais estarão, de 8h30 às 10h, sensibilizando os usuários do Terminal do Papicu e os motoristas e pedestres que passarem pelo cruzamento da Avenida Abolição com Desembargador Moreira.
Todas as ações contra a exploração da criança e do adolescente conta com o nosso apoio incondicional.
Parabéns ao Poder Público Municipal de Fortaleza pela justa iniciativa.

Banco Paju
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Eudasio Alves

O PRONATEC VEM AO PAJU



Eu gostaria de registrar para quem possa interessar que nós do Banco Paju recebemos á visita dos alunos do Curso Pronatec objetivando conhecer os projetos realizados pela nossa instituição dentro da comunidade.
Pela honrosa visita dessa tão excelente juventude o nosso coração rejubila de felicidade.
Abraçando a todos com muito carinho.

Banco Paju
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Eudasio Alves

segunda-feira, junho 10, 2013

VAI VIRAR ENERGIA LIMPA?


Olha aí amigos do Banco Paju. Eu trouxe da Redação do EcoD, através do site Envolverde essa matéria onde se publicou que uma usina vai transformar o lixo de Gramacho em energia limpa
Vejamos os detalhes.
Transformar o lixo em energia limpa é um desafio que virou realidade com o início das atividades da Usina de Biogás do Aterro Metropolitano de Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Instalado no antigo lixão, o empreendimento vai atender à Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras.
A usina tem capacidade para suprir 10% da demanda energética da Reduc, com uma produção anual de 70 milhões de metros cúbicos (m³) de biogás. A obra durou quatro anos e teve investimentos de R$ 240 milhões, com parceria da prefeitura do Rio e apoio da Petrobras.
O biogás é gerado a partir da decomposição da matéria orgânica do Aterro de Gramacho e em seguida é captado por 301 poços de coleta distribuídos na região. Depois, o produto é transportado por tubulações até a usina de coleta e processamento, onde passa por várias etapas de purificação até atingir o padrão de qualidade exigido pelas especificações técnicas da Petrobras.
O biogás purificado, que será comercializado com a marca registrada Gás Verde, é então bombeado para a Reduc através de um gasoduto exclusivo, com seis quilômetros de extensão. A proposta para o futuro é que o biocombustível possa ser produzido para atender o consumo residencial, comercial e veicular.
Vantagens do biogás
De acordo com Paulo Tubinambá, diretor do Consórcio Novo Gramacho, que integra as empresas Biogás, Synthesis e a construtora J. Malucelli, entre as vantagens do biogás estão a inibição de gás carbônico na natureza, as receitas geradas com créditos de carbono, além de benefícios para os municípios do Rio e de Duque de Caxias.
“O biogás é composto por 50% de gás carbônico e 50% de metano gerado da decomposição da matéria orgânica aterrada em Gramacho, o chorume. Se esse gás vai para a atmosfera, o impacto é 24 vezes pior do que o efeito estufa. A usina trata, queima e purifica o biogás que será vendido à Reduc. Ganha o ambiente e ganha a Petrobras, que passa a ter um excedente de gás limpo,” explicou Paulo Tubinambá.
Durante 35 anos, o Aterro de Gramacho foi o principal destino de cerca de 80 milhões de toneladas de lixo do Rio de Janeiro e de municípios vizinhos, tendo se transformado no maior aterro da América Latina. Às margens de um manguezal na Baía de Guanabara, o local foi uma fonte de trabalho para centenas de catadores. O aterro fechou em junho de 2012 e a partir daí os resíduos passaram a ser levados para a Central de Tratamento de Resíduos de Seropédica, na região metropolitana do Rio.
O projeto de aproveitamento energético do biogás do Aterro Gramacho foi aprovado recentemente pela UNFCCC (United Nations Framework Convention on Climate Change) e registrado em maio de 2013 para fins de certificação de créditos de carbono, que serão comercializadas no futuro.
* Publicado originalmente no site EcoD.
O que me surpreende é que só agora as autoridades tiveram essa ideia. Nos Estados Unidos, precisamente em N. York todo o lixo da cidade é queimada e volta em forma de energia elétrica há muitos anos.
Não entendo porque esse processo de transformar lixo em energia limpa não é largamente usado aqui no Brasil. Será falta de interesse hem?
Um abraço para todos e até breve.

Banco Paju
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Eudasio Alves

sábado, junho 08, 2013

NÃO DEIXE DE VACINAR!!

DEBATENDO A RECICLAGEM SUSTENTÁVEL


Olá amigos do Banco Paju, saúde sustentável para todos.
Hoje eu trouxe do G1 CE essa matéria onde se publicou que a Universidade Federal do Ceará debateu a reciclagem e sustentabilidade.
Segundo o texto a UFC  promoveu a XI Semana do Meio Ambiente, onde as  atividades acontecera nos campi do Pici e Porangabuçu.
Vejamos os detalhes.
A Universidade Federal do Ceará (UFC) promoveu a XI Semana do Meio Ambiente, com o tema 'Reciclar para a Sustentabilidade'. As atividades  aconteceram nos campi do Pici e Porangabuçu e na Casa de José de Alencar, no Bairro Messejana. Entre as atividades houve as oficinas de cultivo de hortas em pequenos espaços, aproveitamento de resíduos domésticos, distribuição de mudas e debates voltados para os públicos interno e externo.
As inscrições estiveram abertas até 7 junho, na Coordenadoria de Extensão do CCA. A taxa é de R$ 25,00. Ao longo da semana, de 3 a 7 junho, haverá uma programação permanente com distribuição de mudas de plantas nativas e medicinais e de hortaliças na praça Prof. Valdinar Custódio, conhecida como "Praça do Trator/', no campus do Pici.
No último dia (4), a programação foi no campus do Porangabuçu, com a implantação de uma horta medicinal na creche Aprisco (Rua Monsenhor Furtado, 759). Já na quarta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, a programação seguiu por todo o dia na Avenida Washington Soares, 6055. Onde houve atividades práticas como oficinas de implantação de hortas orgânicas domésticas em canteiros e vasos (9h30) e de compostagem caseira de resíduos orgânicos, bem como distribuição de mudas e ecobags (16h).
Já na quinta-feira (6), foi  implantada uma horta demonstrativa em canteiros de pneus e garrafas pet. No sábado (8), das 8h às 12h e das 14h às 18h, foi realizada no campus do Pici, oficina de cultivo, em pequenos espaços, de hortaliças, plantas medicinais e ornamentais, ervas e temperos.
Parabéns aos idealizadores desse excelente programa.

Banco Paju
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Eudasio Alves

quinta-feira, junho 06, 2013

RELEVANTE OU NÃO EIS A QUESTÃO!!


Olá amigos do Banco Paju, saúde sustentável para vocês.
Hoje eu trouxe essa matéria do Jornal Diário do Nordeste onde se publicou que uma audiência pública discutiu a relevância da construção da ponte estaiada para a Capital que complementaria o sistema viário no entorno do Centro de Eventos.
Vejamos os detalhes
As ruas e avenidas no entorno do Centro de Eventos do Ceará (CEC) passarão por modificações inclusas no projeto de sistema viário planejado pelo Governo do Estado. Vias serão alargadas ou duplicadas, e novas criadas,  para suprir a demanda prevista para a região da Avenida Washington Soares, anunciou o coordenador de planejamento da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Josino Pontes. O plano está na fase de projeto de engenharia e deve ser finalizado na próxima semana, segundo o coordenador.
Pacote da ponte estaiada deve custar aos cofres públicos R$ 338,7 mi. Foto: Divulgação
Ainda não está definida a responsabilidade da execução das obras, se será realizada pelo governo ou em parceria com a Prefeitura de Fortaleza, disse Pontes. O coordenador da Seinfra adiantou as informações na audiência pública para discutir a construção da ponte estaiada sobre a área do Cocó, realizada nesta sexta-feira (17), na Assembleia Legislativa do Ceará. Josino Pontes adiantou ainda que a ponte complementa o projeto de sistema viário.
O pacote da ponte estaiada compreende a via suspensa, o sistema viário da via  e a construção do mirante, deve custar aos cofres públicos R$ 338,7 milhões. Desse total, 259 milhões serão custeados pelo governo federal.
Especialistas apresentam alternativas para fluxo com menor custo
Opções foram apresentadas por especialistas, durante a audiência, para desafogar o trânsito na região. O prolongamento da Avenida Cel. Miguel Dias, via paralela à Washington Soares, foi uma das alternativas apresentadas. O custo dessa obra seria de RS 8 milhões, segundo o professor do departamento de Engenharia de trânsito da Universidade Federal do Ceará (UFC), Antônio Paulo de Holanda Cavalcante.
"A ponte estaiada é perpendicular a Washington Soares, como é que ela vai resolver o afogamento do trânsito de lá?", questionou o vereador Deodato Ramalho, presente na audiência. "Ela será construída com o claro objetivo de enfeitar o Centro de Eventos", disparou.
Ligações entre as Avenidas Atilano de Moura e Pontes Vieira/Virgílio Távora e entre a José Leon e Edilson Brasil Soares também entraram como possibilidade à ponte estaiada. "Essas podem até ser melhores opções, mas até hoje ninguém fez. Se o Estado não tivesse feito intervenção na W. Soares imagina como seria aquela área", defendeu Josino Pontes, coordenador da Seinfra.
Cid libera legalização do parque ecológico do Cocó, expõe superintendente da Semace
Sob reclamações de que a criação da ponte estaiada irá aumentar a degradação do Cocó e aumentar a especulação imobiliária da área, o titular da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace), José Ricardo Araújo Lima, afirmou que a legalização da unidade de conservação do parque ecológico do Cocó já foi solicitada pelo governador Cid Gomes ao presidente do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), Paulo Lustosa.
"O governador já deu ordens para criar a legalização do parque. O Conpam já está correndo com isso", garantiu o superintendente da Semace. Porém, a criação da unidade de conservação deve ser realizada após a construção da ponte.
Fica a dúvida para muitos  nessa semana do meio ambiente se, os envolvidos contra e a favor da tal ponte estão pensando no Parque do Cocó e no que ele representa para a saúde ambiental da cidade, ou se em seus interesses particulares.
Vamos ver no que vai dar.

Banco Paju
Por
Eudasio

Alves